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Irrigação por gotejamento; Melhor rendimento e longevidade do canavial

Usina atinge produtividade de 104 ton/ha com nove cortes sem reforma

 

Em 2008 a Usina Japungu transformou o modo de produzir cana-de-açúcar em suas unidades. Vivenciando grandes períodos de irregularidades climáticas, o grupo resolveu apostar na tecnologia de irrigação por gotejamento para garantir estabilidade da produção e economia de água. Com capacidade de moagem de 4,7 milhões de toneladas, dividido entre as unidades da Paraíba e Goiás, foi no Nordeste que a empresa apostou no uso da irrigação localizada para aumentar a produtividade e longevidade dos canaviais.

Acostumados a utilizar autopropelidos e pivôs, os resultados variavam bastante conforme o clima de cada safra.  O solo, extremamente arenoso (abaixo de 3% de argila), mostrava potencial para produção de cana de açúcar. A produtividade média do canavial era de apenas 47 ton/ha, sendo necessário reformar a lavoura a cada três anos. “Isso encarecia muito o custo de produção e tornava a atividade praticamente inviável”, conta Alexandre Guerra, Gerente de Irrigação Japungu Agroindustrial.

A primeira área piloto foi implantada em 50 hectares da Fazenda Ilha, localizada na Paraíba. Daniel Pedroso, engenheiro agrônomo da Netafim e responsável pela implantação do projeto na propriedade, conta que desde 2008 “houve um grande aumento não somente da produtividade, mas também da longevidade do canavial”. Hoje, a Fazenda da Ilha está em seu nono corte sem reforma, conseguindo produzir, em média, 104 ton/ha. “Esse TCH indica o dobro de ganho de produtividade e três vezes mais longevidade no ciclo”, acrescenta.

Nos últimos dois anos a produção brasileira de cana-de-açúcar apresentou queda de produtividade por problemas climáticos, especialmente por conta do fenômeno El Niño. Em 2017 a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), continua projetando recuo de 1,7% na produção em relação à safra passada, também em consequência do clima. Isso equivale a 646,34 milhões de toneladas de cana, ante aos 657,18 milhões da safra 2016/17.

Na Usina Japungu, no entanto, a média de produtividade e produção conseguiu se manter mesmo com a grande variação de volume de chuvas. No gráfico abaixo é possível observar que desde a implantação de irrigação inteligente na Fazenda, a curva de precipitações oscilou de forma expressiva, enquanto o TCH se sustentou na média de 104 TCH.

Produzir mais com menos água foi possível através da irrigação inteligente.  Visando ajudar o produtor a expressar o máximo potencial de suas lavouras, a Netafim desafiou o mercado e foi pioneira no desenvolvimento da irrigação por gotejamento para a cultura. A primeira do mundo em irrigação subterrânea em todo o mundo. Esta prática, além de sustentável, garante que os produtores que adotam essa medida tenham o rendimento anual de sua lavoura duplicado ou até mesmo triplicado.

A cana é composta por ¾ de líquidos, sendo assim, oferecer a quantidade ideal de água para a cultura é fundamental para o alcance de bons resultados.

 

  Fundada há mais de 50 anos e com cerca de 30 subsidiárias em todo o mundo, a Netafim oferece as melhores soluções aos agricultores de mais de 110 países por meio 15 unidades produtivas, milhares de distribuidores e mais de 4.000 funcionários. No Brasil são duas unidades: Ribeirão Preto/SP e em Cabo de Santo Agostinho/PE. O portfólio de produtos inclui sistemas completos de irrigação por gotejamento, microaspersão, controle e monitoramento automatizados, dentre outras.

Outras informações: http://www.netafim.com.br/contact-us

 

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